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Trama

Em lançamento · core para Linux e macOS

Seus agentes conversam.Você deixa de ser o cabo.

Agentes de IA trabalhando o board e os repositórios dos seus clientes, numa máquina sua. O card só avança quando o build do cliente passa — a palavra do agente não move nada.

R$ 99,90 por core, por mês · um plano só · você traz o seu Claude Code

Linux ou macOS, x86_64 ou arm64 · Claude Code na máquina do core

O painel web ainda não abriu ao público. Avise-me quando abrir ↓

Ilustração · dados de teste Ver as telas reais ↓
Trama build-sp-01

Operar

Board

Loja Girassol · lido agora · decidir não gasta tokens

Pronto para o agente

Em andamento

Em revisão

Concluído

GIR-45Mostrar o estoque
GIR-38Acelerar a listagem
GIR-35Validar o CEP
GIR-41Corrigir o cálculo do frete no checkout tarefa rodando MR !87 · pipeline build verde movido pelo build
  1. Turno
  2. Commit
  3. Build do commit
  4. Veredito
  5. Card no board

Não é captura: é o caminho de um card, desenhado com os dados de teste do painel.

Trabalha com

  • Jira Cloud
  • GitHub
  • GitLab
  • Linear
  • Claude Code
  • Codexem breve
  • Gemini CLIem breve

Codex e Gemini CLI estão no código e ainda não foram liberados.

Para quem atende vários clientes

Feito para quementrega para cliente.

Agência, software house, time que cuida do sistema de outras empresas: o board de cada cliente vira fila, e a entrega só conta quando o CI dele diz que passou.

  1. 01
    Um core, todos os clientes.

    Cada projeto com o seu board, os seus repositórios e a sua credencial — numa máquina sua.

  2. 02
    O build decide, não o agente.

    O card só avança quando o CI do cliente fica verde no commit que foi entregue.

  3. 03
    Você aprova, assinado.

    Decisão passa por quem tem a chave no aparelho, e fica na auditoria fora da sua máquina.

Hoje, o cabo é você

Sem o Trama

  • Você lê o card no tracker e cola o contexto numa sessão do agente.
  • O agente diz que terminou. Você abre o pipeline para saber se é verdade.
  • Volta ao board, move o card, comenta — e repete no próximo cliente.
  • Fechou o notebook, parou tudo.

Com o Trama

  • Alguém põe o card na coluna de entrada, e o core pega dali.
  • O agente trabalha numa cópia do repositório e abre o merge request.
  • O build do cliente confere o commit entregue; só então o card anda.
  • O core roda num servidor ou numa máquina que fica ligada — o seu notebook pode fechar.

Três peças, uma conta

O core trabalha onde estão os repositórios e as credenciais. O painel é por onde você o vê e o comanda — de qualquer lugar, sem que o core abra porta nenhuma.

uma máquina sua core disca para fora plataforma você painel · app board repositórios CI do cliente nenhuma porta aberta você painel · app plataforma disca para fora nenhuma porta aberta core uma máquina sua board repositórios CI do cliente
O core disca para fora, até a plataforma. Nada chega a ele de fora: sem túnel SSH, sem IP fixo, sem regra de firewall para pedir ao cliente.

O core

tramad, numa máquina sua

Um servidor, uma VM, um Mac na mesa. Lê o board, trabalha nos repositórios, guarda o histórico e as credenciais. Um core atende vários clientes e projetos, cada projeto com o seu board e os seus repositórios.

A plataforma

o painel web, hospedado por nós

Conta, organização, convites e papéis; a Topologia; a auditoria. É por ela que você chega aos cores de qualquer lugar.

O app desktop

o painel, como aplicativo

Topologia, Board, Entregas e Caixa de entrada no seu computador, entrando pela mesma conta. Ainda sem instalador.

A Topologia do painel do Trama: no topo, os Aprovadores com uma chave cadastrada; abaixo, a Plataforma; e dois cores ligados a ela por cabos turquesa tracejados, de tarefa rodando. Embaixo de cada core, os projetos dele lado a lado, agrupados por cliente e ligados em âmbar: a Loja e os Pedidos Girassol, do Café Girassol, e um agente Claude Code num; no outro, o Portal Três Pontes, do cliente Três Pontes, e o Site Vento Sul, sem cliente. À esquerda, a legenda dos cabos.

Quem aprova, a plataforma e cada core, ligados por cabos cuja cor é o estado da ligação — e cada cabo diz por quê, em palavras.

Do card ao build verde

O board do cliente é a fila. O core não inventa trabalho: pega o que uma pessoa pôs no lugar certo, e só dá por feito o que o build do cliente confirmou.

  1. 1
    Uma pessoa põe o card na coluna de entradaÉ o portão, quando o projeto define um. O core só trabalha o que alguém moveu para lá; ao pegar, move o card para a coluna de andamento, e trabalhar de novo pede que alguém o ponha de volta.
  2. 2
    O agente trabalha numa cópia do repositórioCada projeto com a sua cópia de trabalho, num diretório que você escolhe. O prompt, o modelo e a política de subagentes do agente entram numa configuração assinada, e o prompt escrito como texto é conferido contra ela antes de cada tarefa.
  3. 3
    A entrega abre o merge requestNo GitLab ou no GitHub do cliente, com o commit que de fato foi entregue.
  4. 4
    O build do cliente decideO card só anda para a coluna que você escolheu quando o build ficou verde naquele commit exato. Vermelho, ele não anda — e a tela diz por quê.

O build é o do commit entregue. A palavra do agente não fecha nada.

Entregas

A entrega, do commit ao card

Cada turno do agente vira uma linha: turno → commit → build daquele commit → veredito → card no board. O que não chegou aparece como não alcançado, com o motivo — e o que ninguém registrou é dito assim, em vez de parecer sucesso.

  • Se o commit que o revisor abre não é o que o build leu, a tela avisa.
  • O custo de cada turno ao lado. O que não se sabe aparece como não sabido, não como zero.
  • O merge request está a um clique, no repositório do cliente.
A tela de Entregas: cada linha liga o turno, o commit, o build daquele commit, o veredito e o card no board. As duas primeiras chegaram ao fim e moveram o card de Em revisão para Concluído; a terceira parou num build vermelho, e o card não andou.

Board

O board pelos olhos do core

Os cards de Jira, GitHub, GitLab ou Linear, lidos página a página, até mil por leitura — e, se houver mais, a leitura diz que parou ali. A tela diz quantos viram turno, quantos ficaram de fora e quantos rodam ao mesmo tempo. Decidir não gasta token.

  • No Jira e no Linear, só a sprint ou o ciclo ativo; em qualquer tracker, só a coluna que admite trabalho.
  • Uma credencial por site: dois Jira, um GitLab próprio, cada um com a sua.
  • Um teto de tarefas simultâneas vale para o core inteiro, entre todos os projetos.
O Board no painel: os cards de uma loja em quatro colunas — a fazer, em andamento, em revisão e concluído —, e acima deles quantos foram lidos, quantos vão virar tarefa, quantos ficaram de fora e quantas tarefas rodam ao mesmo tempo.

Caixa de entrada

O que precisa de uma pessoa, num lugar só

Perguntas dos agentes e aprovações chegam aqui. Uma ação que não se desfaz diz isso antes do botão, e a aprovação é assinada com a chave de decisão do seu aparelho.

  • Antes de assinar, dá para ver exatamente o que vai ser assinado.
  • Recusar aceita um motivo, se você quiser dar um.
  • Os alertas — um core que parou de responder, um turno rodando há tempo demais — chegam aqui, com a hora desde quando.
A Caixa de entrada com dois itens esperando você: a pergunta de um agente sobre qual formato de CEP o campo deve aceitar, com as opções e o botão de responder; e uma aprovação para mover um card de Em andamento para Em revisão, com o que será assinado à vista. Embaixo, o alerta de uma tarefa rodando há mais de uma hora.

Agentes

Provedor e modelo, agente por agente

Cada agente tem o seu prompt, o seu modelo e a sua política de subagentes, assinados junto com ele — e, quando o prompt é texto, o core só roda uma tarefa com o texto que foi assinado.

  • Hoje o provedor é a Anthropic, pelo Claude Code. OpenAI (Codex) e Google (Gemini CLI) estão no código e ainda não foram liberados.
  • O prompt pode vir de um arquivo do repositório, lido do branch padrão.
  • Subagentes por tipo, cada tipo com o seu modelo.
O formulário de um agente revisor: o texto do prompt, o arquivo do repositório de onde ele pode ser copiado, o provedor Anthropic (Claude Code), o modelo e a política de subagentes.

E mais

Um core, vários clientes

Cada projeto tem o seu id, a sua credencial por site e a sua cópia de trabalho. A agenda de um cliente é definida uma vez para todos os projetos dele.

Organização e papéis

Dono, administrador, membro, e membro que só alcança os clientes que lhe foram dados. A equipe entra por convite.

Aprovação assinada

Decisões são assinadas com a chave do seu aparelho. A chave privada não sai dele; a plataforma guarda só a pública.

Auditoria fora da sua máquina

Quem fez o quê, quando e com que resultado — com um hash dos parâmetros, nunca os parâmetros.

Loops que pausam

Um loop para e volta de onde estava, no mesmo branch, com o que já tinha gastado e feito. A iteração que já rodava termina antes.

Instalador que confere

O core e o instalador saem assinados, e o instalador recusa um binário cuja assinatura não confere.

Onde os seus dados ficam

No core, na sua máquina

  • Cards, tarefas, entregas, conversas e o histórico, em SQLite.
  • As cópias de trabalho dos repositórios.
  • As credenciais de Jira, GitHub, GitLab e Linear, a licença e as chaves públicas de quem decide.

Na plataforma, com a gente

  • A conta: organização, membros, convites, papéis, sessões e cobrança.
  • O registro de cada core: identificação, versão, quando foi visto e o estado da máquina.
  • Projetos e clientes, orçamentos, alertas, a auditoria e os totais de consumo por dia.

Credencial que a plataforma não abre

Você digita a credencial do tracker ou do repositório no navegador, ela é selada para a chave do core e atravessa a plataforma fechada. Quem abre é o core.

Passa, e não fica

O que você abre no painel atravessa a plataforma a caminho da sua tela. Código, diffs, prompts e conversas não são guardados do nosso lado.

Sem telemetria no produto

O core e o app não mandam métricas de uso nem relatório de erro. O core manda à plataforma o estado da máquina — CPU, memória, carga — e os totais de consumo, que são o que o seu painel mostra. O Claude Code, que é do provedor, segue as configurações de telemetria dele. Este site conta visitas de página no próprio domínio, sem cookie e sem perfil; o e-mail que você deixa aqui fica numa lista de avisos, e não dentro do produto.

A IA, direto com o provedor

O Claude Code roda na máquina do core, com a conta do cliente. Nós não revendemos tokens.

Um preço

Um plano, sem tabela para comparar. Você traz o agente — o Claude Code que já assina — e paga a gente pelo resto: o core trabalhando o board, o portão do CI e a auditoria.

Trama

R$ 99,90

por core, por mês

  • Traga o seu agente: o Claude Code roda na máquina do core, com a sua assinatura.
  • Todos os recursos da página, sem versão reduzida.
  • 3 tarefas ao mesmo tempo, em cada core
  • Sem limite de pessoas nem de projetos

Já tem conta? Entrar

Para assinar de novo ou adicionar cores, use Plano e pagamento no painel.

Você paga o provedor pelo modelo, e paga a gente pelo portão entre “o agente diz que terminou” e “o card fechou”. Não revendemos IA, e a nossa conta não muda quando a do provedor muda.

Cobrança mensal, em reais, por cartão ou boleto. Sem teste grátis e sem promoção: R$ 99,90 desde o primeiro dia.

Em até 7 dias do primeiro pagamento, devolvemos tudo e o acesso termina. Depois disso não há devolução proporcional, e cancelar vale a partir do fim do período pago.

O painel abre em breve.

O core já se instala com um comando. O painel web ainda não está aberto ao público, e o app desktop ainda não tem instalador — deixe o e-mail e avisamos quando abrirem.

Avisamos quando o painel abrir e quando sair versão nova. Guardamos só o endereço, sem nome; o site não usa cookies de rastreamento e conta visitas sem identificar você. Cada aviso traz um link para sair da lista.

Instalar

O core se instala com um comando, numa máquina sua. O painel e o app chegam a ele pela sua conta.

  • CoreLinux e macOS · x86_64 e arm64
  • Painel webainda não aberto ao público
  • App desktopainda sem instalador

No terminal da máquina do core:

curl -fsSL https://downloads.trama.sh/bootstrap.sh | sh

Instala o tramad em ~/.local/bin e o registra como serviço do usuário — systemd no Linux, launchd no macOS. O instalador imprime a chave pública com que confere o binário; compare com esta:

RWREfC2rSmkcE0abUx3caQU/v9Gn0bbMvZ9cbnuvIalBeq+ThhqNjV1i
  • Claude Code instalado e autenticado na máquina do core — é ele quem executa cada tarefa, com a conta do cliente.
  • minisign, e curl ou wget.
  • No Linux, bubblewrap e systemd. Deixar o serviço rodando sem sessão aberta (loginctl enable-linger) pede um administrador.

Conferir um binário à mão

O instalador já faz isto e recusa o que não confere. Para fazer sem ele — num Mac Apple Silicon, por exemplo:

curl -fsSLO https://downloads.trama.sh/tramad-latest-aarch64-apple-darwincurl -fsSLO https://downloads.trama.sh/tramad-latest-aarch64-apple-darwin.minisigminisign -Vm tramad-latest-aarch64-apple-darwin -P RWREfC2rSmkcE0abUx3caQU/v9Gn0bbMvZ9cbnuvIalBeq+ThhqNjV1i

Nos outros sistemas, troque o final do nome pelo da sua máquina:

  • x86_64-unknown-linux-gnu
  • aarch64-unknown-linux-gnu
  • x86_64-apple-darwin
  • aarch64-apple-darwin

Assinatura boa responde "Signature and comment signature verified" e, na linha de baixo, o nome do arquivo que foi assinado, com a versão. Qualquer outra resposta é para parar e nos avisar. Assinatura de outra chave é recusada pelo ID; o desta é 131C694AAB2D7C44.

Sozinho, o core não tem tela: é pela conta na plataforma que você o vê e o comanda. O Trama não substitui o Claude Code — ele organiza o trabalho que o Claude Code faz, e a conta da IA continua indo direto para o provedor.

A referência completa: opções, desinstalar e o que há na 0.5.0

Perguntas antes de instalar

E se a plataforma cair?

O core continua: as tarefas em andamento seguem, e as agendas continuam disparando o ciclo do board, que pega cards da coluna de entrada. Ele tenta reconectar sozinho, com espera crescente até um minuto, sem desistir. O que espera a plataforma voltar são as decisões novas — aprovar, iniciar uma tarefa —, porque o painel e o app chegam ao core por ela.

Preciso abrir porta, ter IP fixo ou domínio?

Não. O core só faz conexões de saída: para a plataforma, para as APIs do tracker e do repositório do cliente, para o git por HTTPS e para downloads.trama.sh. O Claude Code fala com o provedor de IA pela conta do cliente, e com o que as ferramentas dele acessarem.

Quais trackers, repositórios e agentes funcionam?

Trackers: Jira Cloud, GitHub Issues, GitLab Issues e Linear. Repositórios: GitLab e GitHub; os auto-hospedados estão no código e ainda não foram ensaiados com conta real. Agente: Claude Code. Testado de ponta a ponta com conta real, do card ao merge request: Jira Cloud com GitLab. GitHub Issues com GitHub rodou o ciclo antes de a entrega abrir o pull request sozinha. Os outros pares estão no código e ainda não passaram por esse ensaio. Codex e Gemini CLI estão no código e não foram liberados.

O Trama faz merge sozinho?

Não. A entrega abre o merge request no repositório do cliente, e quem integra são as pessoas, lá. O core não integra, não fecha e não comenta merge request.

Quem pode aprovar?

Só quem tem um aparelho cadastrado como decisor na máquina do core (tramad decider enrol). Cada decisão é assinada, vale uma vez e por cinco minutos. No painel, dono e administrador decidem e membro não — mas a palavra final é do core, que confere a assinatura.

O que o agente pode tocar na máquina?

Ele roda com o mesmo usuário do core. A cada tarefa, o core escreve regras de permissão do Claude Code que negam às ferramentas de leitura dele as credenciais, o banco e os backups. Não é um isolamento do sistema operacional: rode o core num usuário ou numa máquina só para ele.

Funciona sem a plataforma?

O core roda sozinho pela linha de comando — o ciclo do board, as credenciais, o serviço, o backup —, mas sem tela, e configurar o projeto é editar o cycle.json à mão. Ver o trabalho e decidir pelo painel pede a conta na plataforma.

E o Windows?

Ainda não. O core é publicado para Linux (x86_64 e arm64) e macOS (Apple Silicon e Intel). No Mac Intel o binário existe, mas a instalação ainda não foi provada.

Onde a plataforma fica hospedada?

Em servidores da própria Hallen Tech, em São Paulo (SP), Brasil: os dados da plataforma ficam no Brasil.

E a LGPD?

A plataforma não guarda código, prompts, conversas nem as credenciais que os seus cores usam — veja Onde os seus dados ficam. Em Configurações → Perfil você exporta os seus dados num arquivo JSON e pede a exclusão da conta. Ao pedir, o acesso cai na hora, em todos os aparelhos, e o que identifica você é apagado trinta dias depois por uma passada diária. O dono único de uma organização com outros membros não consegue pedir antes de passar a posse. A política de privacidade e o adendo de tratamento de dados estão publicados, como versão preliminar em revisão, no rodapé.

Como desinstalar?

tramad service uninstall desliga e remove o serviço. O binário em ~/.local/bin, os dados (banco, credenciais, licença) e as cópias de trabalho ficam no disco, para você apagar quando quiser. O passo a passo está na página de instalação.

Pare de ser o cabo entre o board e os seus agentes.

Como instalar
Ensaio — prévia privada do site, pagamentos em modo de teste 3e645662